quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

TOP 5 - ALIMENTOS PARA UMA PELE LINDA

Passeando How Stuff Works, encontrei uma repostagem sobre os 5 alimentos que ajudam a nossa pele a ficar bonita.

1 - Cereais: Ricos em Vitaminas do complexo B e fibras auxiliam o funcionamento do intestino e com isso nos ajudam a eliminar as toxinas presentes nas fezes que afetam nosso humor, disposição e sem dúvida nossa pele.
2 - Amêndoas, nozes: São ricas em Vitamina E e ajudam a manter a pele jovem e uniforme. Mas lembrem-se elas também são calóricas por possuirem niveis altos de óleos naturais.
3 -Vegetais verdes e vermelhos: possuem Vitamina A e beta-caroteno, famosos por combaterem os radicais livres e auxiliam no brilho e maciez.
4 - Frutas Cítricas : por possuirem vitamina C e ajudarem na maciez e no tonus da pele, na firmeza.
5 - Seafood, ou seja, o que vem do mar: Peixes, mariscos etc. Eles são ricos em Ômega 3 e auxiliam na maciez, limpeza e brilho.

Para ler a reportagem completa clique aqui.

Mas não se esqueçam, comer direitinho sem tomar água não vai adiantar nada. Beber no minimo 2 litros de água por dia é fundamental para manter a pele hidratada e garantir que todas as vitaminas cheguem ao seu destino já que a água é responsável pelo transporte de nutrientes e lubrificação do nosso corpo.

Aproveitem muito esse verão e não esqueçam:

RECOLHA SEU LIXO NA PRAIA, LEVE COM VOCÊ UMA SACOLINHA SEPARADA PARA ISSO. ALGUÉM DEIXOU O LIXO NA PRAIA?? RECOLHA TAMBÉM. NÃO DEIXE PARA TRÁS, porque não foi você quem deixou ali não quer dizer que você não tenha responsabilidade sobre ele. Ajude a proteger nossas praias.

Beijo a todos e um ótimo fim de semana!!!

Animals save the planet!!

Olá pessoal... desculpe a ausência mas essas últimas semanas foram e estão complicadas!!! Fim de semestre, fechamento de contabilidade.


Passeando pela internet encontrei um link para essas fofuras.
São vários mini desenhos dando dicas sobre como proteger o meio ambiente. São todos em inglês mas fáceis de entender. Os vídeos podem ser encontrados aqui e aqui. Divirtam-se!!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Corte no Orçamento!

"Devido às quebras de bancos, queda nas bolsas, cortes no orçamento, crise de combustíveis e pelo racionamento mundial de energia, informamos que a famosa luz no fim do túnel será desligada."

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Desmatamento Zero???

A União Européia revelou Poznan, Polônia, onde ocorre a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, que vai apresentar uma proposta de desmatamento zero para o próximo acordo climático, o chamado pós-Kyoto. Segundo o chefe da unidade de clima da Comissão Européia, Artur Runge-Meztger, o bloco vai sugerir que o desmatamento global de florestas tropicais seja cortado pela metade até 2020 e seja zerado em 2030. É uma proposta bastante ambiciosa, observaram especialistas em florestas presentes em Poznan.

Por trás do anúncio da UE, há uma considerável vitória da diplomacia brasileira. Para acabar com o desmatamento até 2030, os europeus sugerem a criação de um fundo internacional para financiar o combate das derrubatas em países florestados. Essa é exatamente a proposta que o Brasil vem defendendo desde 2005 dentro da Convenção do Clima. Segundo Metzger, a idéia é que o fundo tenha 20 bilhões de dólares a cada ano.

Hummm...sei não...tudo muito bom pra ser verdade!!!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

O consumidor consciente se pergunta:

Será que este produto...

...prejudica nosso meio ambiente?

...veio do desmatamento ilegal?

...está carregado de agrotóxicos?

...foi testado em animais?

...é resultado da exploração animal?

...consome muita energia?

...leva muitos aditivos químicos artificiais?

E você é um consumidor consciente?

Vivendo e Aprendendo

Recebi esta mensagem por e-mail hoje pela manhã e resolvi posta-la, pois não conseguiria mandar a todos por e-mail.


O sol saiu!! MARAVILHOSO
Meus amigos,
Hoje 27 de novembro de 2008 o sol saiu e conseguimos voltar a trabalhar. A despeito de brincadeiras e comentários espirituosos normais sobre esta folga forçada a verdade é que nunca me senti tão feliz de voltar ao trabalho. Não somente pelo trabalho, pela instituição e pela própria tranqüilidade de ter aonde ganhar o pão, mas também por ser um sinal de que a vida está voltando ao normal aqui na nossa Itajaí.As fotos que circulam na internet e os telejornais já nos dão as imagens claras de tudo que aconteceu então não vou me estender narrando e descrevendo as cenas vistas nestes dias. Todos vocês já sabem de cor.

Eu quero mesmo é falar sobre lições aprendidas.Por mais que teorias e leituras mil nos falem sobre isso ainda é surpreendente presenciar como uma tragédia desse porte pode fazer aflorar no ser humano os sentimentos mais nobres e os seus instintos mais primitivos. As cenas e situações vividas neste final de semana prolongado em Itajaí nos fizeram chorar de alegria, raiva, tristeza e impotência.Fizeram-nos perder a fé no ser humano num segundo, para recuperar-la no seguinte. Fez-nos ver que sempre alguém se aproveitará da desgraça alheia, mas que também é mais fácil começar de novo quando todos se dão as mãos.Que aquela entidade superior que cada um acredita (Deus, Alá, Buda, GADUetc.) e da forma que cada um a concebe tenha piedade daqueles:
- Que se aproveitaram a situação para fazer saques em Supermercados, levando principalmente bebidas e cigarros
- Que saquearam uma farmácia levando medicamentos controlados, equipamentos e cofres e destruindo os produtos de primeira necessidade que ficaram assim como a estrutura física da mesma.
- Que pediam 5 reais por um litro de água mineral.- Que chegaram a pedir 150 reais por um botijão de gás.
- Que foram pedir donativos de água e alimentos nas áreas secas pra vender nas áreas alagadas.
- Que foram comer e pegar roupas nos centros de triagem mesmo não tendo suas casas atingidas.
- Que esperaram as pessoas saírem das suas casas para roubarem o que restava.
- Que fizeram pessoas dormir em telhados e lajes com frio e fome para não ter suas casas saqueadas.
- Que não sentiram preocupação por ninguém, algo está errado em seu coração.
- Que simplesmente fizeram de conta que nada acontecia, por estarem em áreas secas.

Da mesma forma, que essa mesma entidade superior abençoe:
- Aqueles que atenderam ao chamado das rádios e se apresentaram no domingo no quartel dos bombeiros para ajudar de qualquer forma.
- Os bombeiros que tiveram paciência com a gente no quartel para nos instruir e nos orientar nas atividades que devíamos desenvolver.
- A turma das lanchas, os donos das lanchinhas de pescarias de fim de semana que rapidamente trouxeram seus barquinhos nas suas carretas e fizeram tanta diferença.
- À equipe da lancha, gente sensacional que parecia que nos conhecíamos de toda uma vida.
- Aos soldados do exército do Paraná e do Rio Grande do Sul.
- Aos bravos gaúchos, tantas vezes vitimas de nossas brincadeiras que trouxeram caminhões e caminhões de mantimentos.
- Aos cadetes da Academia da Polícia Militar que ainda em formação se portaram com veteranos.
- Aos Bombeiros e Policias locais que resgataram, cuidaram , orientaram e auxiliaram de todas as formas, muitas vezes com as suas próprias casas embaixo das águas.
- Aos Médicos Voluntários.
- Às enfermeiras Voluntárias.
- Aos bombeiros do Paraná que trabalharam ombro a ombro com os nossos.
- Aos Helicópteros da Aeronáutica e Exercito que fizeram os resgates nos locais de difícil acesso.
- Aos incansáveis do SAMU e das ambulâncias em geral, que não tiveram tempo nem pra respirar.
- Ao pessoal do Helicóptero da Polícia Militar de São Paulo, que mostrou que longo é o braço da solidariedade.
- Ao pessoal das rádios que manteve a população informada e manteve a esperança de quem estava isolado em casa.
- Aos estudantes que emprestaram seus físicos para carregar e descarregar caminhões nos centros de triagem.
- Às pessoas que cozinharam para milhares de estranhos.
- Ao empresário que não se identificou e entregou mais de mil marmitex no centro de triagem.
- A todos que doaram nem que seja uma peça de roupa.
- A todos que serviram nem que seja um copo de água a quem precisou.
- A todos que oraram por todos.
- Ao Brasil todo, que chorou nossos mortos e nossas perdas.
- Aos novos amigos que fiz no centro de triagem, na segunda-feira.
- A todos aqueles que me ligaram preocupados com a gente.
- A todos aqueles que ainda se preocupam por alguém.
- A todos aqueles que fizeram algo, mas eu não soube ou esqueci.

Há alguns anos, numa grande enchente na Argentina um anônimo escreveuisto:

COMEÇAR DE NOVO

Eu tinha medo da escuridãoAté que as noites se fizeram longas e sem luz Eu não resistia ao frio facilmente Até passar a noite molhado numa laje Eu tinha medo dos mortos Até ter que dormir num cemitério Eu tinha rejeição por quem era de Buenos Aires Até que me deram abrigo e alimento Eu tinha aversão a Judeus Até darem remédios aos meus filhos Eu adorava exibir a minha nova jaqueta Até dar ela a um garoto com hipotermia Eu escolhia cuidadosamente a minha comida Até que tive fome Eu desconfiava da pele escura Até que um braço forte me tirou da água Eu achava que tinha visto muita coisa Até ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruas Eu não gostava do cachorro do meu vizinho Até naquela noite eu o ouvir ganir até se afogar Eu não lembrava os idosos Até participar dos resgates Eu não sabia cozinhar Até ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fome Eu achava que a minha casa era mais importante que as outras Até ver todas cobertas pelas águas Eu tinha orgulho do meu nome e sobrenome Até a gente se tornar todos seres anônimos Eu não ouvia rádio Até ser ela que manteve a minha energia Eu criticava a bagunça dos estudantes Até que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidárias Eu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anos Agora nem tanto Eu vivia numa comunidade com uma classe política Mas agora espero que a correnteza tenha levado embora Eu não lembrava o nome de todos os estados Agora guardo cada um no coração Eu não tinha boa memória Talvez por isso eu não lembre de todo mundo Mas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todos Eu não te conhecia Agora você é meu irmão Tínhamos um rio Agora somos parte dele É de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frio Graças a Deus Vamos começar de novo.
Anônimo

É hora de recomeçar, e talvez seja hora de recomeçar não só materialmente.Talvez seja uma boa oportunidade de renascer, de se reinventar e de crescer como ser humano.Pelo menos é a minha hora, acredito.Que Deus abençoe a todos.

Luis Fernando Gigena


Fácil de perceber o quanto somos vulneráveis as vontades da natureza e o quanto somos iguais perante ela!!!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Mather Luther King!!!!

Para quem nunca ouviu o discurso, uma oportunidade de ouvir e repensar!! Para quem já viu, uma oportunidade de relembrar e fortalecer o senso de respeito!


"...am happy to join with you today in what will go down in history as the greatest demonstration for freedom in the history of our nation.
Five score years ago, a great American, in whose symbolic shadow we stand today, signed the Emancipation Proclamation. This momentous decree came as a great beacon light of hope to millions of Negro slaves who had been seared in the flames of withering injustice. It came as a joyous daybreak to end the long night of their captivity.

But one hundred years later, the Negro still is not free. One hundred years later, the life of the Negro is still sadly crippled by the manacles of segregation and the chains of discrimination. One hundred years later, the Negro lives on a lonely island of poverty in the midst of a vast ocean of material prosperity. One hundred years later, the Negro is still languished in the corners of American society and finds himself an exile in his own land. And so we've come here today to dramatize a shameful condition.
In a sense we've come to our nation's capital to cash a check. When the architects of our republic wrote the magnificent words of the Constitution and the Declaration of Independence, they were signing a promissory note to which every American was to fall heir. This note was a promise that all men, yes, black men as well as white men, would be guaranteed the "unalienable Rights" of "Life, Liberty and the pursuit of Happiness." It is obvious today that America has defaulted on this promissory note, insofar as her citizens of color are concerned. Instead of honoring this sacred obligation, America has given the Negro people a bad check, a check which has come back marked "insufficient funds."

But we refuse to believe that the bank of justice is bankrupt. We refuse to believe that there are insufficient funds in the great vaults of opportunity of this nation. And so, we've come to cash this check, a check that will give us upon demand the riches of freedom and the security of justice.
We have also come to this hallowed spot to remind America of the fierce urgency of Now. This is no time to engage in the luxury of cooling off or to take the tranquilizing drug of gradualism. Now is the time to make real the promises of democracy. Now is the time to rise from the dark and desolate valley of segregation to the sunlit path of racial justice. Now is the time to lift our nation from the quicksands of racial injustice to the solid rock of brotherhood. Now is the time to make justice a reality for all of God's children.

It would be fatal for the nation to overlook the urgency of the moment. This sweltering summer of the Negro's legitimate discontent will not pass until there is an invigorating autumn of freedom and equality. Nineteen sixty-three is not an end, but a beginning. And those who hope that the Negro needed to blow off steam and will now be content will have a rude awakening if the nation returns to business as usual. And there will be neither rest nor tranquility in America until the Negro is granted his citizenship rights. The whirlwinds of revolt will continue to shake the foundations of our nation until the bright day of justice emerges.

But there is something that I must say to my people, who stand on the warm threshold which leads into the palace of justice: In the process of gaining our rightful place, we must not be guilty of wrongful deeds. Let us not seek to satisfy our thirst for freedom by drinking from the cup of bitterness and hatred. We must forever conduct our struggle on the high plane of dignity and discipline. We must not allow our creative protest to degenerate into physical violence. Again and again, we must rise to the majestic heights of meeting physical force with soul force.
The marvelous new militancy which has engulfed the Negro community must not lead us to a distrust of all white people, for many of our white brothers, as evidenced by their presence here today, have come to realize that their destiny is tied up with our destiny. And they have come to realize that their freedom is inextricably bound to our freedom.

We cannot walk alone.
And as we walk, we must make the pledge that we shall always march ahead.
We cannot turn back.

There are those who are asking the devotees of civil rights, "When will you be satisfied?" We can never be satisfied as long as the Negro is the victim of the unspeakable horrors of police brutality. We can never be satisfied as long as our bodies, heavy with the fatigue of travel, cannot gain lodging in the motels of the highways and the hotels of the cities. We cannot be satisfied as long as the negro's basic mobility is from a smaller ghetto to a larger one. We can never be satisfied as long as our children are stripped of their self-hood and robbed of their dignity by a sign stating: "For Whites Only." We cannot be satisfied as long as a Negro in Mississippi cannot vote and a Negro in New York believes he has nothing for which to vote. No, no, we are not satisfied, and we will not be satisfied until "justice rolls down like waters, and righteousness like a mighty stream."

I am not unmindful that some of you have come here out of great trials and tribulations. Some of you have come fresh from narrow jail cells. And some of you have come from areas where your quest -- quest for freedom left you battered by the storms of persecution and staggered by the winds of police brutality. You have been the veterans of creative suffering. Continue to work with the faith that unearned suffering is redemptive. Go back to Mississippi, go back to Alabama, go back to South Carolina, go back to Georgia, go back to Louisiana, go back to the slums and ghettos of our northern cities, knowing that somehow this situation can and will be changed.

Let us not wallow in the valley of despair, I say to you today, my friends.
And so even though we face the difficulties of today and tomorrow, I still have a dream. It is a dream deeply rooted in the American dream.

I have a dream that one day this nation will rise up and live out the true meaning of its creed: "We hold these truths to be self-evident, that all men are created equal."
I have a dream that one day on the red hills of Georgia, the sons of former slaves and the sons of former slave owners will be able to sit down together at the table of brotherhood.
I have a dream that one day even the state of Mississippi, a state sweltering with the heat of injustice, sweltering with the heat of oppression, will be transformed into an oasis of freedom and justice.
I have a dream that my four little children will one day live in a nation where they will not be judged by the color of their skin but by the content of their character.
I have a dream today!
I have a dream that one day, down in Alabama, with its vicious racists, with its governor having his lips dripping with the words of "interposition" and "nullification" -- one day right there in Alabama little black boys and black girls will be able to join hands with little white boys and white girls as sisters and brothers.
I have a dream today!
I have a dream that one day every valley shall be exalted, and every hill and mountain shall be made low, the rough places will be made plain, and the crooked places will be made straight; "and the glory of the Lord shall be revealed and all flesh shall see it together."

This is our hope, and this is the faith that I go back to the South with.
With this faith, we will be able to hew out of the mountain of despair a stone of hope. With this faith, we will be able to transform the jangling discords of our nation into a beautiful symphony of brotherhood. With this faith, we will be able to work together, to pray together, to struggle together, to go to jail together, to stand up for freedom together, knowing that we will be free one day.
And this will be the day -- this will be the day when all of God's children will be able to sing with new meaning:

My country 'tis of thee, sweet land of liberty, of thee I sing.
Land where my fathers died, land of the Pilgrim's pride,
From every mountainside, let freedom ring!
And if America is to be a great nation, this must become true.
And so let freedom ring from the prodigious hilltops of New Hampshire.

Let freedom ring from the mighty mountains of New York.
Let freedom ring from the heightening Alleghenies of Pennsylvania.
Let freedom ring from the snow-capped Rockies of Colorado.
Let freedom ring from the curvaceous slopes of California.
But not only that:
Let freedom ring from Stone Mountain of Georgia.
Let freedom ring from Lookout Mountain of Tennessee.
Let freedom ring from every hill and molehill of Mississippi.
From every mountainside, let freedom ring.
And when this happens, when we allow freedom ring, when we let it ring from every village and every hamlet, from every state and every city, we will be able to speed up that day when all of God's children, black men and white men, Jews and Gentiles, Protestants and Catholics, will be able to join hands and sing in the words of the old Negro spiritual:
Free at last! Free at last! Thank God Almighty, we are free at last!³

Now is the time!!!

Você já parou para pensar o quanto à atitude do outro influencia na nossa vida? Ou você continua acreditando que o que o outro faz não te importa e não vai mudar a sua vida?

As nossas atitudes, as nossas escolhas estão diretamente ligados ao outro. Desde o momento em que acordamos até o momento de voltar a dormir dependemos de alguém. Não entendeu? Eu explico.

Quando acordamos precisamos lavar o rosto, escovar os dentes, tomar nosso café, tudo isso não estaria a nossa disposição se outra pessoa não estivesse trabalhando pra isso. Você pode pensar, “que idiota, eu pago para ter tudo isso!”. Sem dúvida, mas se ninguém se dispuser a plantar, a tratar a água, a produzir a nossa escova de dente, a nossa roupa, nosso dinheiro não valerá nada. Percebeu agora? Ainda não?

Na nossa cultura consumista e gananciosa não valorizamos as pequenas coisas que nos cercam, que realmente nos mantêm vivos. Na verdade almejamos altos cargos, salários gigantescos, e desprezamos aqueles que possuem uma pequena “ambição”. O que seria de nós sem as cozinheiras, sem o agricultor, sem os porteiros, sem os garis e sem o “chão de fábrica”, (entre muitos outros)?
Certa vez ouvi alguém dizer para um menino da roça que se ele não estudasse ele nunca iria sair do mato, esse foi um exemplo do quanto o trabalho na agricultura é valorizado. Se ele aceitar que ficar no mato e plantar não é bom pra ele, não teremos o que comer! Entendeu a lógica?

Somos todos iguais nas necessidades, somos todos iguais nas vontades. Somos todos trabalhadores, e dependemos uns dos outros. Nossa cor, nossa profissão não nos diferencia, não nos faz superiores a ninguém!

Precisamos entender que o dinheiro vai embora, não dura pra sempre, que o que realmente fica são nossas atitudes em relação ao próximo. Todos fomos criança um dia, do mesmo modo seremos idosos também, e assim vamos desejar ser ouvidos e respeitados, não apenas pelo que contribuímos, mas por ser um ser humano e como tal merecer respeito, dignidade e atenção. Todos irão morrer, de formas variadas, alguns mais cedo outros mais tarde, e com a morte seremos esquecidos pouco a pouco, logo nada mais seremos além de uma história e uma fotografia!

Pensar no próximo, ajudar, sorrir sem motivo, alegrar alguém, dar amor sem esperar recompensa, lutar por um ideal, por um amor. Nosso caráter é o que realmente nos diferencia. Não importa se somos pobres ou ricos, dar é sempre melhor do que receber!

Ajude, colabore com a sua comunidade, escolha produtos produzidos na sua região. Liberte-se de preconceitos, de pensamentos mesquinhos e promíscuos. A verdadeira felicidade esta em ajudar sem esperar recompensa, em um sorriso sincero, em um bom dia!

Trabalhe você também pelo desenvolvimento, pela igualdade, pelo respeito! Juntos podemos mais! Se em 1963, Mather Luther King já possuía essa visão, lutava pela sua causa, num mundo onde a intolerância vibrava, e as injustiças reinavam, imaginem o que não podemos fazer hoje, 45 anos depois. Mas não adianta tentar mudar o mundo se não mudarmos a nós mesmos e as nossas atitudes.

“...Now is the time to make real the promises of democracy. Now is the time to rise from the dark and desolate valley of segregation to the sunlit path of racial justice. Now is the time to lift our nation from the quicksands of racial injustice to the solid rock of brotherhood. Now is the time to make justice a reality for all of God's children.”

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Musica boa!!!

Para animar os leitores dessa segunda-feira!!!!
Ótima semana a todos!!!!
E não esqueçam de separar o lixo!!!!! hihihhih

Prospekts March